{"id":440,"date":"2019-07-12T20:05:23","date_gmt":"2019-07-12T20:05:23","guid":{"rendered":"https:\/\/gnosis.is\/pt\/?p=440"},"modified":"2019-08-10T14:59:35","modified_gmt":"2019-08-10T13:59:35","slug":"the-ego","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/old.gnosis.is\/pt\/the-ego\/","title":{"rendered":"O ego"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: left;\">O ego<\/h2>\n<p>N\u00f3s temos a tend\u00eancia a estar convencidos de que somos uma \u00fanica pessoa dentro de n\u00f3s. Que a nossa rea\u00e7\u00e3o depende dos acontecimentos da vida j\u00e1 que, simplesmente, &#8220;somos assim&#8221;.<\/p>\n<p>No entanto, quando um estudo profundo \u00e9 feito na psique de um indiv\u00edduo, este se resulta m\u00faltiplo em sua psicologia. Como se a soma de muitas pessoas coexistisse dentro de si, lutando para permanecer em primeiro plano e negociando o controle dos sentidos, da aten\u00e7\u00e3o e da consci\u00eancia.<\/p>\n<p>Ao ler estas linhas, o leitor poderia supor que nos referimos a um indiv\u00edduo com um &#8220;transtorno de personalidade m\u00faltipla&#8221;, mas, na realidade, nos referimos ao indiv\u00edduo comum.<\/p>\n<p>Segundo os estudos da psicologia gn\u00f3stica, todo indiv\u00edduo \u00e9, em maior ou menor grau, &#8220;fragmentado&#8221; em sua psicologia.<\/p>\n<p><strong>Vamos analisar dois exemplos para provar isso:<\/strong><\/p>\n<p>Imagine que um motorista de um ve\u00edculo dirige na estrada e chega a um &#8220;engarrafamento&#8221;. Este colapso da estrada \u00e9 devido a um grande acidente em que as pessoas envolvidas morreram. A primeira coisa que geralmente se pensa \u00e9 &#8220;o que aconteceu?&#8221; E depois disso, \u00e9 comum sentir-se impaciente, e essa impaci\u00eancia \u00e0s vezes atinge o limite do desespero, principalmente se est\u00e1 com pressa porque est\u00e1 atrasado para o trabalho.<\/p>\n<p>Esse engarrafamento, na realidade, \u00e9 causado pela curiosidade das pessoas, j\u00e1 que o mesmo n\u00e3o est\u00e1 bloqueando a estrada, est\u00e1 ao lado dela.<\/p>\n<p>Assim, nosso motorista, impaciente e desesperado para sair do engarrafamento, continua sua lenta marcha at\u00e9 o momento em que chega ao acidente. Ali, por um instante, se esquece de seu trabalho e sua impaci\u00eancia desaparece, desacelerando ainda mais seu ve\u00edculo, satisfazendo sua curiosidade, causando mais engarrafamento.<\/p>\n<p><strong>Temos certeza de que somos sempre a mesma pessoa?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Segundo exemplo:<\/strong><\/p>\n<p>Pedrinho se casa com Maria e promete seu amor eterno.<\/p>\n<p>Ao longo dos anos eles constroem uma vida juntos, t\u00eam filhos e tudo parece ir muito bem. Um dia, Pedrinho come\u00e7a a se sentir atra\u00eddo por uma colega de trabalho. No come\u00e7o, tudo parece estar sob controle, mas ao longo dos meses, a atra\u00e7\u00e3o e o desejo se tornam insuport\u00e1veis, at\u00e9 o momento em que eles come\u00e7am uma &#8220;aventura&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Primeira contradi\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Pedrinho se sente culpado por sua vida dupla, mas, ao mesmo tempo, \u00e9 incapaz de deixar sua amante.<\/p>\n<p>Quando ele est\u00e1 em casa, se convence a deixar sua aventura, mas, uma vez fora de sua casa, tudo o que ele pensa \u00e9 em ver sua amante.<\/p>\n<p><strong>Qual dos dois \u00e9 Pedrinho, ou s\u00e3o ambos?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Segunda contradi\u00e7\u00e3o<\/strong>: No final, Maria descobre a aventura de Pedrinho e forma &#8220;o espet\u00e1culo do s\u00e9culo&#8221;.<\/p>\n<p>Desde o primeiro momento da reivindica\u00e7\u00e3o, Pedrinho se sente como se um raio o tivesse partido em dois. O cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 apertado, lhe d\u00e1 taquicardia, e est\u00e1 em &#8220;choque&#8221;, talvez pensando: &#8220;Eu perdi minha casa, meu carro, minha esposa vai se casar novamente e eu vou ter que dividir meus filhos com um homem maior, mais forte e mais bonito que eu. Eu vou pra rua, perdi tudo.\u201d\u00c9 ent\u00e3o quando a aventura termina e, pelos pr\u00f3ximos 3 meses, ele chora para Maria, verdadeiramente arrependido, dizendo que ele era um tolo e que ela \u00e9 a \u00fanica que ele sempre amou.<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise: <\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Como podemos estar fazendo algo que entendemos ser errado ou de poss\u00edveis consequ\u00eancias catastr\u00f3ficas, mas, por outro lado, sem a for\u00e7a para deixar de fazer?<\/li>\n<li>Aparentemente, o Pedrinho verdadeiramente arrependido \u00e9 o mesmo de quando ele estava em plena conquista rom\u00e2ntica com a colega de trabalho. Mas ser\u00e1 realmente o mesmo?<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Obviamente, dois aspectos opostos n\u00e3o podem ser o mesmo.<\/strong><\/p>\n<p>Assim, a Cultura Gn\u00f3stica, baseada no reconhecimento de pensamentos, emo\u00e7\u00f5es, a\u00e7\u00f5es e instintos que fluem do inconsciente para a \u00e1rea consciente e vice-versa, chega \u00e0 conclus\u00e3o de que o ser humano \u00e9 &#8220;m\u00faltiplo em sua psicologia&#8221;.<\/p>\n<p>A cada aspecto psicol\u00f3gico que tem o seu pr\u00f3prio modo de pensar, sentir e agir, chamamos de &#8220;ego&#8221;.<\/p>\n<p>Assim, afirmamos que temos muitos &#8220;egos&#8221;, cada um negociando para conseguir permanecer no aspecto consciente por mais tempo.<\/p>\n<p>Pode parecer loucura, por\u00e9m, um meditador especialista pode ouvi-los conversar em planos subconscientes e verific\u00e1-los &#8220;com seus pr\u00f3prios olhos&#8221;.<\/p>\n<p>A forma concreta, querido leitor, na qual voc\u00ea pode verificar isso por si mesmo, \u00e9 de uma maneira simples, aprendendo a t\u00e9cnica da &#8220;auto-observa\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p><strong>T\u00e9cnica da auto-observa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Consiste em nos relacionar normalmente com a nossa fam\u00edlia, na sociedade, no nosso trabalho, etc. E, ao mesmo tempo, observar nossas emo\u00e7\u00f5es, pensamentos e atitudes.<\/p>\n<p>Desta forma, o indiv\u00edduo come\u00e7a a descobrir em si mesmo certos elementos que o prejudica, como a raiva, a gan\u00e2ncia, o ci\u00fame, o desejo pelo mal dos outros, etc. \u00c9 ent\u00e3o quando descobrimos que n\u00e3o somos t\u00e3o santos quanto pens\u00e1vamos, uma vez que havia elementos sutis de grande perversidade e que, ainda que mantenhamos uma vida exemplar, n\u00e3o mudamos o que realmente somos dentro de n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>Um dos objetivos da Cultura Gn\u00f3stica \u00e9 ensinar a descobrir quem realmente somos.<\/strong><\/p>\n<p>. &#8220;Dizem que um soldado avisado n\u00e3o morre na guerra.&#8221; Assim, por exemplo, no exemplo de Pedrinho, ele poderia ter descoberto sua lux\u00faria antes de ser pego por ela. Ou, no primeiro exemplo, o nosso motorista teria se perguntado: \u201cPor que eu fico estressado se, com o estresse, eu n\u00e3o vou conseguir voar por cima dos outros carros? Se eu me estressar eu vou chegar antes?&#8221;<\/p>\n<p><strong>Existe dentro de cada indiv\u00edduo uma &#8220;luz interior&#8221;&#8230;. A Consci\u00eancia.<\/strong><\/p>\n<p>A Cultura Gn\u00f3stica ensina a criar um &#8220;centro de gravidade&#8221; ao redor da consci\u00eancia, deslocando os &#8220;egos&#8221; contradit\u00f3rios, permitindo assim que a pessoa seja sua melhor vers\u00e3o. Ao mesmo tempo, libert\u00e1-la dos aspectos que, sem estar consciente, se submeteu, gerando assim, um impacto positivo em todos que a rodeiam e em si mesma.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a Cultura Gn\u00f3stica leva luz onde s\u00f3 h\u00e1 escurid\u00e3o. \u00c9 por isso que o convidamos a mergulhar nesses estudos para realizar uma mudan\u00e7a positiva em sua vida, uma mudan\u00e7a perene at\u00e9 a morte.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><span class=\"big\"> N\u00f3s temos a tend\u00eancia a estar convencidos de que somos uma \u00fanica pessoa dentro de n\u00f3s. 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